Meio ambiente talvez, quem sabe, sobre só a metade?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Fuga de Animais em Zoo nos EUA



Seis animais exóticos são resgatados após fuga nos EUA

Animais eram de zoológico privado; dono abriu jaulas e teria se suicidado.
A polícia matou 49 animais, entre eles leões e tigres ameaçados de extinção.


Três leopardos, um urso-pardo ainda jovem e dois macacos foram recapturados com vida após fugirem na última terça-feira (18) de um zoológico privado na cidade de Zanesville, nos Estados Unidos. A polícia matou dezenas de animais exóticos que haviam escapado do local, supostamente, após o dono, Terry Thompson, abrir as jaulas. Ele foi encontrado morto no local, indicando um possível suicídio.
Os exemplares resgatados foram encaminhados para o Columbus Zoo, que divulgou imagens dos animais nesta semana, mas que só foram divulgadas nesta quinta-feira (20). Eles estão na ala hospitalar do zoológico.

20/10/2011 18h54 - Atualizado em 20/10/2011 18h54

Seis animais exóticos são resgatados após fuga nos EUA

Animais eram de zoológico privado; dono abriu jaulas e teria se suicidado.
A polícia matou 49 animais, entre eles leões e tigres ameaçados de extinção.

Do Globo Natureza, em São Paulo
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Três leopardos, um urso-pardo ainda jovem e dois macacos foram recapturados com vida após fugirem na última terça-feira (18) de um zoológico privado na cidade de Zanesville, nos Estados Unidos. A polícia matou dezenas de animais exóticos que haviam escapado do local, supostamente, após o dono, Terry Thompson, abrir as jaulas. Ele foi encontrado morto no local, indicando um possível suicídio.
Os exemplares resgatados foram encaminhados para o Columbus Zoo, que divulgou imagens dos animais nesta semana, mas que só foram divulgadas nesta quinta-feira (20). Eles estão na ala hospitalar do zoológico.
Leopardo-negro que foi resgatado após fugir de zoológico privado nos Estados Unidos (Foto: Reuters)
Exemplar de macaco que sobreviveu à matança de animais exóticos, após fuga em massa na última terça-feira, nos Estados Unidos (Foto: Reuters)
A fuga dos animais, na tarde de terça-feira, provocou pânico na cidade. Várias escolas locais suspenderam as aulas.
As autoridades locais emitiram uma ordem para que os moradores de Zanesville permanecessem em suas casas, e espalharam sinais nas ruas e estradas da região para alertar os motoristas: "Cuidado, animais exóticos" e "Permaneça em seu veículo".
Morte de animais aconteceu na cidade de Zanesville.

(Foto: BBC)
O xerife Lutz afirmou ter dado pessoalmente a ordem para que os animais fossem mortos. Segundo ele, a ordem foi dada por causa da "situação volátil" e da falta de luz após o por do sol.
Entre os animais mortos estavam 17 leões e 18 tigres de Bengala.
O naturalista americano Jack Hanna afirmou que a morte dos tigres foi especialmente trágica, porque existem apenas 1.400 desses animais no mundo.

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/10/seis-animais-exoticos-sao-resgatados-apos-fuga-nos-eua.html

aque absurdo.. 

sábado, 15 de outubro de 2011

Poema Ultima Vez



Ultima Vez


Nas decisões irresponsáveis
Presas no calabouço, as razões
E solta, as omissões e enganações
Tem-se noticias que fartamente
Embriagam os opressores
Das vantagens e vantagens vans
Que lhes locupletam em absurdos e abusos

Apossam-se de bens que não são seus
Rasgam e reviram as raízes da terra
E as tornam expostas, sem vida
Saqueiam os biomas e os destroem
Deixando em ruínas, nossas ilusões
Dos que amam a terra
E as querem preservadas

Lutemos então contra as decisões nefastas
Que estragam à própria vida
Não pense e reclame jamais
Não temos de fato, a quem reclamar
Nesta imensa terra adorada

Um dardo hostil atingiu o seu brasão
Sangrando, cambaleou em berço esplendido
Desfigurado de seu orgulho e humilhado
As cores de sua bandeira, rasgadas
Do verde que está sendo ameaçado
Ao amarelo que fora saqueado
Hora, o azul também foi manchado
 Pela vergonha nacional
De alguns dos empossados cidadãos
Que brincam e ainda derrubam o pendão
Jogando as estrelas ao chão, lagrimas

Prendam os lobos escondidos no covil
Que furam a moldura deste mapa varonil
No centro deste horror, A belíssima Capital
Das brasas que estão sendo acessas, as fornalhas
Forjemos então a espada de uma nova esperança
Precisamos fincar uma nova liderança
Nas entranhas do Brasil

Que sabe pensemos mudar
As ações e omissões
Que estraçalham os nossos corações
Espalhados em pedacinhos
Pelas calçadas da história
Já não importa o brasão
Nem as cores da bandeira
Nem as divisas plantadas em seu chão
Mas lutaremos por toda a vida
Pela vida livre, de todo este planeta                                                                             
  Antonio Lourenço Filho 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Homo, SOS Terra




Homo, evolução ou extermínio? Uma escolha para se pensar.

   Só uma grande catástrofe ou um gigantesco  milagre,poderia  acontecer  para   uma possível mudança no comportamento humano. Esperando que   todos acreditem na necessidade urgente de   aparecer  um novo homem para o século XXI diante da real situação na crise  atual. Seria possível pensar em um homem mais consciente! Que pudesse ser  socialmente justo? Unindo  o conhecimento científico,  equilibrado e   o respeito pela  natureza, descobrindo finalmente  a existência de um novo mundo, onde todos deverão ter direitos e deveres sem a interferência e o poder e dos valores. Serem iguais socialmente e ao mesmo tempo alcançar êxito na  trilha da evolução, seria  filosoficamente plena e equilibrada,  em um novo modelo. Finalmente, alcançando o  equilíbrio sustentável na  busca   de um mundo melhor.e mais justo.
         O homem atual, deve abandonar o velho casulo do “homo destrutivos” ou homem moderno da era capitalista, que é voltado para o acumulo de riquezas, o imediatismo e o consumismo. É o velho ser arcaico, em que o homem se transformou durante séculos de história da humanidade, buscando sempre o poder e trilhando o caminho da ambição e da ganância, que são caminhos que jamais deveria serem  trilhados fazendo a pior escolha. Optando por uma filosofia pela qual o ser humano jamais deveria  ter se enveredado, desde os primórdios da evolução.
          O homem escolheu o  capitalismo como meio de conquistar o poder, adotando  este  modelo de desenvolvimento para si, transformando o mundo e andando por caminhos desiguais, criando problemas infinitamente insolúveis, tanto do ponto de vista social, como também ambiental e finalmente, em vias de transformar o seu próprio mundo em um grande depósito de lixo. Ele degrada e escasseia os recursos  naturais, torna-se escravo de sua própria arrogância. É o homem que não consegue resolver seus mais simples problemas, criando um mundo mesquinho, onde poucos tem muito, e muitos não têm nada. Seu próprio sistema transforma-o em um ser pequeno e corrupto consigo mesmo, exterminando sua própria espécie, é o homem que destrói o próprio ambiente onde vivem, e não deixam espaço para outras formas sociais.
           O novo homem, deve ser depreendido de bens materiais, mas valorizar qualidades já esquecidas, como a amizade, a família, a solidariedade e a consideração entre si, buscar o conhecimento e principalmente  do  ambiente onde vivem, o que seria uma atributo para  todos.  É o homem do futuro, que conquistará seu espaço no planeta, devendo assim  buscar as três características propostas na revolução francesa: Como, liberdade, igualdade, fraternidade, somando a mais uma, que é a principal,  o equilíbrio, através da organização social, que é a palavra chave em um novo paradigma. Os seres, buscam isto desde os primórdios da criação e é o que a mãe natureza nos propõe e nos ensina  todo o tempo, desde que o mundo é mundo.Caso esta mudança não aconteça, estaremos fatalmente indo de encontro ao extermínio e nossas histórias, ficaram no anonimato.

António Lourenço de Andrade Filho




"Até os mais insignificantes seres, conseguem viver em harmonia com a natureza"!
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domingo, 9 de outubro de 2011





Foto de Bere Adams

“Arvores são como estátuas.Vivas, elas nos trazem a vida. Mortas, elas são apenas tábuas, nos ajudam a sermos enterrados" 
                                                    
                                    Preserve-as 
                                              
                                                Antonio Lourenço de Andrade Filho

sábado, 8 de outubro de 2011

Logomarca Avanço Ambiental

Pintura óleo sob tela /Zoodiaco signo de 
gémeos/Autor Antonio Lourenço de Andrade Filho




"Está escrito, que o homem destruirá o planeta?Não que ele tenha escrito, mas seus atos,  fazem com que  a sua própria existência seja destruída".
Autor/Antonio Lourenço de Andrade Filho

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Poema " Sem Terra"




Poema "Sem Terra"




Chovia muito naquela época
 Existia uma rica e belíssima floresta
Pessoas habitavam em suas proximidades
Belas estradas que levavam as vilas e pequenas cidades
Que eram estreitas e sombreadas, em ricas cascatas
Há como a  vida ali era  feliz!
Associada aos costumes e tradições
Boas festas e belas canções

Ao longe, no final do boqueirão
Descendo a ladeira, o burrico na lama escorregava 
 A estrada era uma ladeira escorregadia, deixava marcas
Que logo  formando possas d’água, encharcavam
Via-se o desgastado pedaço de lona, sob o lombo do animal
Que cobria a feira, dentro do casuar
Na velha e surrada cangalha de couro de boi, os embornais

O casal, descalço, acompanhava a pé à montaria
Seu casaco encharcado, molhado, da  fina chuva fria
Deixavam-no meio encolhido e encurvado de frio
Em baixo do velho e cinzento chapéu de feltro
A mulher empunhava uma sombrinha colorida, verde sombrio 
Mas, pouco a pouco se aproximavam do velho casarão
Viajavam com muita alegria e os pés no chão

Saíram cedo para as compras de final de mês
Não via à hora, de descarregar o animal
Pensavam em sua cama, quentinhos
E poder juntos descansar 
Esta era a rotina daquela família, tudo natural

Moravam na roça, próximo a outros tantos vizinhos
Que da mesma maneira viviam, na região serrana
Região cacaueira do sul da Bahia 
Naquela época muito rica e soberana
 O trabalho era árduo e muito duro
Mas éramos felizes, a colheita era muito boa
Nossos filhos eram criados com muita alegria

Naquele final de tarde, sentamos à mesa
O café quentinho e uma boa sopa de verduras
Revigoraram nossos corpos cansados da labuta
Depois de alguns dedos de prosa contando aventuras
Foram dormir para descansar  com tantas venturas

Alguns dias depois?
O galo losna cantava na madrugada
Não demorou muito e o sol aparecia no horizonte
Era o inicio da primavera
As flores apareciam em algumas árvores
O grande jequitibá estava lindo e florido
As vacas leiteiras que deitadas
Próximos ao curral ruminavam
O jovem filho, aproximava-se do curral
Com balde e o par de arreadores
E iniciou a rotina diária
Cantando feliz enchia os latões
Seu velho pai,  o cigarro de palha enrolava
E com o facão de vinte polegadas,  na pedra ríspida amolava

Preparava-se, iam para a roça dos cacauais
Colher os frutos e fez as bandeiras
E a quebra dos cocos, retirando as amêndoas
Carregou os animais, levando para a barcaça
Pisou nos frutos e retirou a pevide
Colocando-os para depurar
No outro dia, espalhou sob a estufa
Acendeu a fornalha e com o rodo, mexeram
Logo se via a fumaça que  levemente subia
Estava pronto e ele ensacou depois de apurar
O cheirinho do cacau  ao longe sentia


Aquela boa vida lá na roça
Um dia  de repente acabou
 Apareceu uma  terrível praga
Que longe, foram buscar
Os malvados bio-terroristas
O sul da Bahia devastaram
E jogaram a maldita praga na lavoura
Destruída ela ficou, quase  a mataram
A felicidade foi embora
As nossas vidas  desabou


Sem as rendas das famílias
Muito mal eles nos causaram
E de tristeza sucumbiram
Alguns não aguentaram
Venderam as suas terras
E ficaram as margens das estradas
Com um pouco de dinheiro
Que restou no imborná



Não se compra mais aquela terra
Mas um pouco de lenha, dá pra comprar
E aquecer à beira da fogueira
Um pouco daquela tristeza
A gente ainda há de lembrar
Que tínhamos uma casa e um fogão a lenha
E hoje temos  o tempo e um barração
E “sem terra” para morar
E ainda perdemos o nosso chão
Hoje não temos nada, nem a nossa terra para cultivar

Antonio Lourenço de Andrade Filho