Meio ambiente talvez, quem sabe, sobre só a metade?

sábado, 1 de setembro de 2012

Campanha cidadão consciente, SOS Ambiente Urbano









IMPORTANTÍSSIMO, SOS MEIO AMBIENTE URBANO.        

               
              Talvez a matéria seja um pouco longa demais, ou a mensagem não seja muito interessante para alguns, ou até mesmo, porque não seja o que querem ler, mas para alertar sobre a falta de cuidado sobre o ambiente urbano de nossa cidade existem dados, alarmantes, vindo a se caracterizar como degradante  resultado e um aspecto horrível em nossas paisagens, resultado da  má gestão pública, a qual somos vítimas, e que repercute direto no ambiente em que vivemos e indiretamente no ambiente natural, ou seja, no nosso planeta, consequentemente em nossas vidas.
Para enxergar isto, não é necessário que se tenha um olhar técnico, mas, basta olhar em volta e ver alguns problemas ambientais graves que se tornaram comuns, não só em nossa cidade, mas também em muitas outras cidades, pelo Brasil a fora.  Como diretor de Defesa de Meio Ambiente de uma ONG, sinto-me na obrigatoriedade de alertar a população, principalmente a de Jequié, sobre estas questões, no intuito de colaborar e alertar,  sob os cuidados que poderíamos ter com a nossa cidade, consequentemente, com nós mesmos. É pouco provável que algumas pessoas se preocupem com a destinação do lixo que produzimos, se vai para o “aterro”, fora de nossas vistas, e contaminando todo o lençol freático, portanto, jogado debaixo do tapete, ou se erroneamente, ser visto  jogados aleatoriamente para  aterros em terrenos com baixa declividade, tornando-se um problema ainda maior, além de ser de péssima qualidade para o próprio aterro, que eventualmente, apresentarão problemas e  naturalmente, todas as construções apresentarão rachaduras e rebaixamentos de pisos, assim, danificando toda a estrutura da casa, perdendo assim totalmente o valor, resultando em  um péssimo investimento, sendo também um grande responsável por danos irreversíveis no ambiente geral, já que até dentro do rio, estão sendo jogados.
           Em relação ao ambiente natural os prejuízos são muitos, e também o ambiente urbano de Jequié, pode dizer que se encontra totalmente ameaçado pelo lixo destas construções, que são jogados aleatoriamente em toda a cidade, consequentemente, causando danos irreversíveis a todo o ambiente natural.  Às vezes, a verdade quando dita, incomoda alguns, mas também pode servir de alerta para muitos outros, principalmente a cerca destes materiais de restos de construções e resíduos sólidos, que algumas pessoas utilizam. Desvalorizam completamente seus imóveis, apenas servindo de válvula de escape  para a pessoa que os produziu, ao se livrar do problema de maneira mais fácil. Neste momento é importante esclarecer que a cegueira que toma conta dos gestores, em relação aos desmandos, só trazem maiores prejuízos para a população, já que a saúde também está diretamente ligada ao saneamento, pois também o lixo atrai muitas doenças, tais como a dengue transmitida pelo mosquito aeds egípcio e a leptospirose, transmitida pelos ratos. Quantas pessoas conhecidas vieram a óbito, inclusive de seus próprios familiares, quando muitos já morreram? 
Alertando que, quando as pesadas chuvas vierem, pedimos a Deus que não sejam demasiadamente fortes, pois se acontecer alguma enchente de maior intensidade, como as que já aconteceram em épocas passadas, veremos que a cidade está totalmente desfavorável a segurança da população, deste modo, sujeito ao acontecimento de um grande desastre de ordem natural, mas, que teremos nós mesmos como pivô, pois a calha do rio está totalmente comprometida e poderá serem arrastadas muitas casas e construções, irregularmente construídas em seu leito.  Construções, lixo e entulhos, jogados aleatoriamente e sem fiscalização, favorecem ao acontecimento de desastres que possam acontecer e causar muitas vitimas, coisas que já vemos anteriormente em outras localidades do Brasil, e depois pergunta-se! O que fazer?
Surpreendentemente, quem correrá o grande risco, não serão as pessoas de melhor poder aquisitivo, que moram em segurança em suas belas cassas, e sim, serão as pessoas pobres, que se encontram alojados em invasões e construções em áreas ambientais e de grande risco, quando as enchentes vierem, estarão correndo sério perigo de vida, sem que o poder público sequer, tenha feito qualquer coisa para evitar estas construções que se propagam cada vez mais em nossas cidades.
 Alertamos ainda que desabamentos de barrancos, que poderão ruir sob pessoas, e acarretar grandes prejuízos e vitimas, quando desmoronar, com  isto,  destruirá grande parte destas cassas que também poderá ser arrastadas, pois se encontram próximo às margens do rio, lamentavelmente, não obedecem a nenhum plano, a exemplo do  Plano Diretor Urbano da cidade, que existe, mas não é seguido. Como observador, gostaria também de prevenir sob este grande risco que se aproxima, isto preocupa muito, pois a prefeitura além de jogar seus entulhos em áreas públicas, também continua permitindo que outros os joguem também, não só os seus lixos, como  também permite que sejam desovados em qualquer local da cidade, inclusive em terrenos de antigo lagos e vertentes de córregos, onde funcionavam antigas olarias, que quando entulhados, causarão muitos problemas na cidade.
 Neste caso, advertimos ainda, e aguardando um posicionamento da Promotoria Pública em relação a este  problema, especificamente em curso, já que se arrasta desde o início desta conturbada gestão, o CONDEMA, Conselho de Defesa ao Meio Ambiente, o qual tem representações importantes dos diversos setores e entidades públicas, privadas, e representantes da sociedade civil organizada, que também tem na promotoria, como parte representativa neste mesmo conselho, continua sem se posicionar junto a tomada de decisões referente a situação e destinação de entulhos, licenciamentos arbitrários,construções irregulares em local inadequado, loteamentos financiados pela CAIXA, mineradoras, etc. continuam sendo dados.
 Visto que a promotoria tendo ciência destes fatos, fica comprometida, pois também possui membro titular neste conselho e também se obriga a fiscalizar. Visto que, advertimos que este tipo de comportamento   adotado, ao que parece, só tem sido utilizado  para tirar responsabilidades, deste modo, encobertar  licenciamentos feito pela Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura deste município.  Antecipadamente, nenhum comentário que visa o interesse social deve ser ignorado, já que os responsáveis diretos e os titulares representantes do CONDEMA, parecem se omitirem passivamente diante destes fatos, já que os mesmos continuam ocorrendo com frequência. Atenciosamente.
  

                                               Antonio Lourenço de Andrade Filho
                                                         Consultor Ambiental

domingo, 19 de agosto de 2012

A Ferrovia Leste Oeste abre novas perspectivas!

A Ferrovia Leste Oeste abre novas perspectivas!

 O vale do Rio das Contas é aberto por maquinas que corta montanhas e faz aterros, planificando o terreno montanhoso, até conseguir superar todos os obstáculos que a natureza moldou ao longo de todo o percurso. Logos virá o trem com seus imensos vagões, transportando minérios e outros itens. Enquanto nós esperamos o progresso chegar, será bom trabalhar e cuidarmos de nossa cidade, pois Jequié agora faz parte novamente de uma nova rede ferroviária nacional. A nova administração do município terá necessidade de ações voltada para a organização social, o cuidado ambiental e a visão estrutural e econômica do nosso município. Terão que serem revistos novos conceitos e moldar a esta realidade. Não importa quem ganhe, ou quem perca a eleição, mas sim interessa nos unir para uma nova gestão plena, não devemos nos preocupar em ver quem terá os melhores cargos, ou quem irá sair destes ou ocupar aqueles, mas, nos imbuir do mesmo sentimento de participação e trabalho, para fazer desta gestão, a oportunidade de mudar para melhor uma nova Jequié do futuro. A Jequié da organização social.
       Que Dr. Tânia Britto, seja a pessoa que equilibrara esta nova junção, na participação e na união do trabalho em equipe, para todos nós unidos, fazer da velha Jequié a cidade que esperamos ter no futuro. A nova Jequié que amamos!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Campanha cidadão consciente, praças em ruínas.

Campanha cidadão consciente. Promova uma cidade limpa! A cidade de Jequié e suas praças maravilhosas em ruínas. Foi-se o tempo em que as praças eram espaços públicos maravilhosos, e sua principal característica era oferecer um bom espaço de laser, grandes arvores floridas, bancos e jardiins bem cuidados, ótimo local para encontros. Algumas pessoas utilizavam a praça para encontros ou um bom bate papo, crianças também se divertiam brincando e correndo até cansar, um verdadeiro local de laser. Havia engraxates, pipoqueiros, vendedores de sorvete, e algumas bancas de acarajé, mas tudo muito artesanal. Hoje 90% das praças estão sendo utilizadas de maneira muito irregular, fogem da tradição inicial e de sua verdadeira utilidade para o povo. Algumas das praças estão abandonadas, outras são leiloadas. Não sei se este é o termo correto, nem sei como estes administradores públicos veem esta questão, ou com que fins estes entregam espaços públicos a terceiros, e estes se dizem ser proprietários de um bem que pertence a todos. Esta forma de fazer política é muito prejudicial, e mostra uma das pontas podres de um enorme iceberg do chamado clientelismo, ou vulgarmente também de corrupção. Pois ninguém pode pegar praças e jardins que servem a uma comunidade, e entregar de mão beijada a outrem, como se este, fosse um verdadeiro dono de loteamentos em praças públicas, e estes, instalarem um negócio qualquer bem fora dos padrões permitidos e ainda utilizar inadequadamente. Isto está trazendo muitos transtornos e problemas, pois logo vêm as músicas, as cachaçadas e o som bem alto que incomodam toda a vizinhança, sem falar na droga que também é comercializada em alguns locais e a falta de segurança. Quem deixaria seus familiares passear em praças à noite ou em horários convencionais. Algumas fotografias serão postadas de praças que são verdadeiros pontos comerciais de venda de bebidas, sendo construídos em cima do que deveria ser um belo jardim, descaracterizando todo um cenário de cidade organizada, e caracterizando como verdadeiras favelas públicas. Nesta eleição também existem os que não querem mudar e existem os que vivem mudando. Alguns mudam para melhorar, e às vezes incomoda os que não querem mudanças, e outros querem mudanças, incomodando aqueles que querem permanecer errados, por isto, a lei deve prevalecer e tais mudanças devem acontecer para melhorar o que está errado. Vote no candidato que quer melhorar para melhor, pense também na família, nos filhos e no bem estar social, pois os que querem continuar na podridão, também contam com um voto dos que não pensam na real posição do bem estar da sociedade e da organização. Antonio Lourenço de Andrade Filho Consultor ambiental

domingo, 12 de agosto de 2012

Campanha cidadão consciente. Promova uma cidade limpa!

Campanha cidadã Ajude a Promover uma cidade limpa! Ame Jequié e também o Planeta! Na feira livre da cidade de Jequié, podemos observar que a qualidade dos hortifrutigranjeiros é excelente e de uma ótima procedência, vem de toda a zona rural do nosso rico município e de municípios vizinhos, alguns itens, são proveniente de outros estados, como Minas Grais, e alguns outros produtos, são proveniente de alguns estados do centro oeste brasileiro, assim como os grãos (feijão, milho, arroz etc.). Ficamos também tristes ao observarmos o descaso com que o poder público e suas secretarias inatuantes, tratam o povo, gente sofrida! Se forem ao Mercado Municipal ou centro de Abastecimento Vicente Grilo, verá o precário estado de abandono em que se encontra a nossa feira livre, esta, está longe de ser ideal, pois para atender aos requisitos de higiene necessárias e para atender também a população de Jequié e seus visitantes, quando aqui chegam teria que mudar drasticamente em melhorias. Falamos em defender um meio ambiente saudável? Não precisamente do meio silvestre, pensando somente em florestas, animais ou biomas, mas também, no ambiente humano em que vivemos e na qualidade de vida oferecida ao seu povo, pois estes, se não cuidarmos, interfere negativamente em todos os outros ambientes, assim como rios florestas etc.. Jequié hoje é uma cidade de quase 200.000 habitantes e que já deveria ter um mínimo de qualidade e organização, ao compararmos com alguns outros municípios. Pois, para poder atender toda esta população e também aos visitantes que aqui chegam, assim como em algumas outras cidades da Bahia, a feira livre de Jequié ou centro de Abastecimento Vicente Grilo, deveria ser mais bem organizado. Observamos que pequenos agricultores e comerciantes andam muito mal assistidos, em termos de organização e higienização. Comerciantes da zona rural trazem seus bons produtos para oferecer a nossa população e encontram balcões e prateleiras quebradas, com rachaduras expostas e algumas sem reboco, outras em péssima situação. Barracas com cobertura de madeira e lonas rasgadas, sujeito ao sol e chuva, onde há um grande risco de contaminação, por ratos e outros insetos e ainda os micro-organismos que não se ver a olho nu, mas de grande perigo, são as perigosas bactérias. A feira de hortifrutigranjeiros, oferecida em grande parte, no chão úmido e imundo, ou na maioria das vezes, pisoteado, onde observamos também esgotos a céu aberto e fétidos, por todos os locais. As mercadorias em cima de lonas plásticas ou de palhas de bananeiras, amontoados ou em panacuns, às vezes, em caixotes improvisados, com grande risco de contaminação e de desperdício, dando muito prejuízo não só ao agricultor, como também ao conceito em que o visitante leva daqui, uma má impressão do nosso bonito município, quando aqui veem, assim como em alguns outros. Existem exemplos também de boas feiras em algumas cidades, que vale a pena conhecerem?No ano passado quando visitamos Porto Seguro, pude observar que o Mercado Municipal daquela cidade era muito bem organizado e também pude observar que tinha organização e qualificação em seu atendimento. Isto não é uma questão de achar que a cidade dos outros é melhor que a nossa e sim de mostrar que a nossa poderá ser bem melhor para receber nós, e também outras pessoas. Jequié está necessitando com urgência de uma gestão participativa, onde a sociedade também possa opinar, e juntamente com o poder público possa oferecer alternativas de melhorias, através da qualificação de produtos, assim como embalagens e treinamento pessoal, a fim de oferecer a nós e aos visitantes, a oportunidade de adquirir bons produtos e mercadorias com um atendimento profissional e diferenciado. Pode-se fazer isto através de programas específicos para a melhoria do atendimento, do ambiente e da qualidade de vida, com isto, estaremos contribuindo para uma cidade mais organizada e ao mesmo tempo, tomando-se precauções para que o povo possa ser mais saudável e ter uma cidade preventivamente melhor assistida. Comida é uma questão de saúde e educação, é o caminho, fale sobre isto para o seu candidato! Antonio Lourenço de Andrade Filho Consultor Ambiental

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Campanha cidadão consciente, Jequié,entulhando os mananciais hidricos!

Situação muito alarmante! Que sociedade é esta que aceita que algumas pessoas que ganham um expressivo salário como Secretário ou gestor público, para cuidar de assuntos pertinentes ao ambiente da cidade e não tem o menor compromisso com as questões socioambientais, e coloca a nossa querida Jequié entre as maiores e mais poluída cidade da Bahia. Que cegueira é esta, que está acontecendo com todas as pessoas e habitantes deste município? Será que falar a frase inglesa, “We Love Jequié” substitui ou ameniza as consequentes e catastróficas agressões causadas pela negligencia destes autores, ou gestores públicos, que estão à frente do governo deste município. Poderíamos falar alto e em bom tom, ou em bom português, para que entendesse “Eu amo Jequié” se fosse possível corrigir ou ajudar a amenizar o massacre que estamos permitindo. Uma incompetente secretaria ou uma incompetente gestão pública generalizada, que quer continuar a existir em nosso município. Parece não entender a frase, ou não poder ouvir o pedido surdo de SOCORRO para Jequié, que o nosso Rio das Contas, que mais uma vez sofre com as consequentes agressões de entulhos jogados literalmente em seu leito por carroceiros que tentam encontrar no rio, o percurso mais curto para se livrar dos entulhos de construções que seus proprietários tentam se desvencilhar da maneira torpe, mais barata e fraudulenta, aparentemente de fácil solução, mas completamente agressiva que se tem notícia. O que antes era areia quente e um local de prazer, hoje é um local de desova de lixo e de esgotos da cidade, em que a Rua Exupério Miranda no bairro de Joaquim Romão, próximo a Estação Rodoviária da cidade e via pública, serve de rota e de escoadouro para derrame de entulhos e lixo jogados aleatoriamente nas áreas de preservação que margeia o Rio de Contas por carroceiros e moradores. Que cidade é esta, meu Deus! Que seu povo aceita que joguem o lixo no leito do único rio que corta a cidade, juntamente com seu único afluente, e que sofre terrivelmente as agressões dos próprios cidadãos jequieenses. Porque então culpar só os carroceiros, se seus próprios habitantes, moradores e gestores deste município não contribuem para a melhoria das condições de saúde e de um ambiente saudável. Por que culpar só o carroceiro que conduz o lixo, se os gestores deste município ou por incompetência ou ingerência pública, ou por buscarem status e poder se tornam cegos, e esquece-se de planejar a cidade, para planejar as conquistas da próxima gestão, Quem é o culpado afinal? O carroceiro, sujeito analfabeto, desenformado e muitas vezes ignorante, que sai pela manha para pegar alguns fretes em sua carroça no intuito de ganhar dinheiro para suprir a sua família durante aquela semana. Ou o proprietário, dono de construção ou reforma que avidamente quer se livrar do entulho, pagando pelo serviço mais barato, vira as costas e nem pergunta onde o carroceiro irá despejar aquele material. Os Secretários que vão para o conforto do ar condicionado e esquece-se de planejar os serviços aos quais estão representando, e não desenvolvem condições suficientes para fazer um bom trabalho, frente ao salário que recebem, para que façam jus ao que se propõe a fazer. O gestor, que está sendo omisso e deixa que suas atribuições fiquem a cargo do grupo ao qual representa, e deste modo para ele, tanto faz se sua cidade cresce, ou deixa de crescer, e se diz! Quanto pior, melhor. Pois este é o governo que promete, paga por um voto, nada tendo a oferecer, pois quem vende o voto, também nada terá a cobrar. Ou até mesmo a omissão de seus cidadãos, que vivem as suas vidas sem se importar com o que acontece em sua volta escolhendo qualquer um e não se importando com o que acontece em sua cidade, e se diz! Cada povo tem o governo que merece. O lixo é jogado no rio, e também em toda a cidade, os empregos são cartas marcadas, as contas são superfaturadas, faltam remédios nos seus postos de saúde, as escolas públicas estão sempre em greve, os crimes são insolúveis e acontecem todos os dias, nada parece ser suficientemente seguro, as drogas correm soltas em toda a cidade podendo seus filhos ser as próximas vitimas, onde reclamar e aquém procurar se tudo parece fazer parte de uma grande mentira pública! O que parece realmente, é que todos querem uma ponta ou participação em todo este processo vil, e assim vai vivendo esta sociedade, rumo a casualidade dos acontecimentos nos remetendo a uma frase. “O que incomoda não é a impunidade dos maus, que insistem em fazer as coisas erradas, e sim o silencio dos justos, que insistem em se calar diante de tanta impunidade” Vamos ser mais coerentes com a nossa realidade, “Eu amo Jequié, quero cuidar da cidade e mim orgulho de ser sertanejo”. SOS Rio de Contas

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Campanha Cidadão Consciente, memorize os gastos públicos!

Opine, esclareça, precisamos ser respeitados! Quando o antigo prefeito inaugurou a Praça Rui Barbosa, que por sinal, ficou muito bonita. Por conta de um orçamento gigantesco, gerou muitos comentários. A praça ficou bem planejada realmente, era perfeita, um projeto muito bem elaborado, mas, um custo altíssimo, chegando a quase dois milhões de reais, com as emendas orçamentárias para conclusão da mesma. Curiosamente, foram transplantadas algumas palmeiras imperiais já adultas, chegando a 10m de comprimento cada planta, dizem até, que o seu custo, chegou naquela época, a R$ 5.000,00 por cada exemplar, mais o frete, que ficou em um total de 25.000,00, somado ao transporte pago pelas quatro palmeiras, que foram implantadas na parte superior da praça. Ficaram muito bonitas por sinal. As palmeiras teriam que passar por um período de readaptação, pois originalmente, suas raízes costumam chegar à mesma altura da planta em direção linear, crescendo para todos os lados em busca de água e nutrientes, para conseguir suprir as plantas. Ao serem retiradas do solo para transplante, cortaram-se as raízes, daí, necessitaria de um tempo e cuidados especiais, ser molhada diariamente para repor a água necessária para as suas raízes cortadas conseguir recompor-se e voltar a irrigar as necessidades da planta já adulta a contento, garantindo assim, a sua subsistência, até que as raízes crescessem novamente, deste modo, só duas palmeiras conseguiram sobreviver milagrosamente, pois, estes cuidados, não foram dispensados. Agora, nesta gestão, percebeu-se que não só o piso todo trincado e de má qualidade, como também, esporadicamente acontecia queda de energia, devido as necessidades da demanda ser superior, em virtude da utilização das barracas, em relação ao que realmente era disponibilizado para alimentar, gerando um déficit, que desde a inauguração vinha causando problemas. Um novo orçamento foi concedido agora a pouco tempo, depois da inauguração, sendo necessário uma correção no sistema de abastecimento de energia, demandando a construção de uma base. Só que para construir a base, que, em meu ver, deveria haver um planejamento entre secretárias, opiniões públicas, para aprovação e escolha do local em que poderia ter sido construída a nova base alimentadora do novo projeto, que poderia até ser em cima do belvedere, local com piso, e sem plantas, já que pela lógica, não havendo arvores e jardins para ser removidos, e assim o povo entender que aqui se respeitam os cidadãos. O pior foi feito! É que uma das árvores retiradas era uma Amendoeira, uma das poucas arvore que fora preservada desde a antiga praça, e a outra, uma Palmeira Imperial “daquelas” que se pagaram uma fortuna para serem transplantadas, vinda de outro estado, no caso, Minas Gerais. Sendo que esta agora foi retirada aqui gratuitamente. A má escolha do local para a construção da base de energia gerou um a retirada obrigatória de parte do jardim e as duas plantas, que até então, encontram-se a dois dias jogadas em frente ao canteiro de obras. Pergunto-lhes, não poderia ter sido aberta uma nova cova antecipadamente e replantado em um dos lugares, em que uma das palmeiras que morreram por falta de água, e ser replantada novamente, substituída por esta que ali está a menos de 100 metros do local? Ou será largada como a égua? Que passou dias sem assistência, caída até morrer, por falta de cuidados, atenção, boa vontade e planejamento dos secretários da prefeitura de Jequié, que parecem não ter nenhum entendimento entre secretárias para melhor planejar as ações. É esta a administração que querem repetir novamente. Será que esta gestão é participativa? Ou, só agora vai lembrar-se de nós, apenas agora, que a campanha política é a bola da vez? Seu voto é sua arma, vote em gente que ama Jequié e que quer trabalhar visando à comunidade, e não aos grupos. Antonio Lourenço de Andrade Filho Consultor ambiental

Campanha cidadão consciente! A Gameleira

Homenagem a Gameleira
Aquela gameleira também emprestou sua sombra para que viajantes descansassem após exaustivas caminhadas nas empoeiradas e ensolaradas estradas das caatingas, ali paravam, juntamente com seus animais ofegantes. Passou o tempo, alguns anos depois, foi planejado um centro industrial para Jequié, suas fábricas, representavam grande progresso, quando ali foram instaladas. Dividido em lotes, o terreno que fazia parte de uma antiga fazenda, o qual pertencia também a parte da mata ciliar do majestoso Rio de Contas, serviria “perfeitamente” para implantação do parque industrial. Um dos lotes abrigava uma grande gameleira, a qual emprestava sua frondosa sombra a quem ali chegasse. Ali foi construída uma unidade de laticínio. O tempo passou e o laticínio foi fechado por falta de incentivos do governo, pois o preço praticado para a compra do leite naquela época, não era muito atrativo para os produtores rurais, somados negativamente com fatores climáticos, assim inviabilizando o serviço, pois os altos custos para produção, fez com que houvesse desistências na criação de gado leiteiro, levando ao fechamento do entreposto de Jequié. Mas a grande arvore permanecia imponente, lá, na frente daquela fábrica. Foi colocado um muro baixo que circulava um bonito jardim, servindo de assento, construído exclusivamente ao redor, na intenção de proteger a planta. Mostrava que o progresso poderia conviver pacificamente com o meio ambiente, este era o pensamento do proprietário, ou gestor naquela época. Naquele lote, onde foi construído o entreposto da coleta de leite, também passou um longo tempo fechado. Mas, um olhar comercial, oportunizou outro investimento, acharam que ali serviria para abrigar outro ambicioso projeto. Ainda, lembrando que a pessoa que construiu a tal unidade de laticínio anteriormente, teve o cuidado de preservar aquela grande arvore que por muito tempo hospedou pássaros, e a sua sombra acalentou o descanso de quem ali chegasse, este merece parabenizá-lo. Mas, desta vez, o olhar individualista, deu um ultimato de morte, mandando cortar aquela majestosa arvore centenária. Outra, da mesma espécie, também existia na Avenida Gov. Lomanto Junior, a qual emprestou também seu nome a uma padaria, Panificadora Gameleira, e também a uma fabrica de biscoito muito especial, Biscoitos Gameleiras, e finalmente, outro registro de erradicação de outra arvore da mesma espécie, na Praça de Jequié, muitas destas gameleiras, já foram cortadas, desde as nativas que ali existiram, como também outras, foram vitimas das diversas mudanças na arquitetura daquela praça, a Rui Barbosa. Mudanças ao longo do tempo foram feitas, até chegar aos dias atuais, sem dúvida, arvore, que ali estão também poderão ser cortadas na calada da noite em um futuro próximo, só nos restando acreditar, que o prefeito que possa entrar, pense um pouco no meio ambiente, afinal os nossos dias aqui são curtos e passageiros. E a sombra das arvores que ali estão, poderá ser lembradas, como “as arvores que os nossos antepassados descansaram”. Todas estas arvore cortadas tem algo em comum. Gameleira da praça, que sombra mim destes, onde descanso meus lucros, depósitos Gameleira da padaria, que a água que sai de suas raízes abastece Gameleira industrial, que transformam das águas vindas de suas raízes Não mata sua sede, sedenta, não é água Passam na porta, não se lembram de nada. Antonio Lourenço Filho