Meio ambiente talvez, quem sabe, sobre só a metade?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Poema Perdidos na Terra Mãe

Em homenagem ao chefe, Nissio Gomes, "O Sorriso" POEMA PERDIDOS NA TERA MÃE ONDE ESTOU PERDIDO... EM CONCRETOS E ESCOMBROS ESPERANDO ME ENCONTRAR CHORO SEM HORIZONTES NAS TERRAS QUE NASCI ARRANCAM-NOS O UMBIGO ESTRAÇALHADA PELOS CÃES QUE DEVORAM ESTA NAÇÃO ONDE ESTOU PERDIDO... DENTRE AS PALAVRAS SEM ARTIGO E AS LEIS SEM PARAGRAFOS NOS ACUSAM DE EXISTIR ONDE ESTOU PERDIDO... COM A MINHA COR VERMELHA E SEM UM LAR PARA MORAR ONDE ESTOU PERDIDO... SEM A TERRA E SEM O MATO SEM A AGUA DO RIO E PEIXES PARA PESCAR NAS MURALHAS QUE NOS TRANCAM SERIA UMA PARTE DE VOCÊS ONDE ESTOU PERDIDO... EM SEU SANGUE QUE É NOSSO E DAS TUAS VEIAS JAMAIS PODERÃO TIRAR ONDE ESTOU PERDIDO... SE AQUI QUERO MIM ACHAR Antonio Lourenço de Andrade Filho APELO A FAVOR DO POVO INDÍGENA Este indio foi assasinado, 200 outros morreram nos ultimos anos, quantos outros mais irão morrer? Antes o genocidio era para conquistar as terras e os tesouros, hoje em pleno século XXl, a matança e os crimes continuam, Hidreletricas , Agro negócio, mudaram os nomes, mas os crimes continuam o governo nada faz diante das barbaries, parece até uma Ku-Klux-Clâ nacional contra indígenas.Senhora presidente Dilma, proteção e respeito para o povo indígena, queremos representações para a Funai, o lider Megaron deverá voltar. Antonio Lourenço Andrade Filho

domingo, 20 de novembro de 2011

Não apague este sorriso!


O Brasil está passando por um momento de cegueira no judiciário em relação à causa indígena . Pistoleiros abatem índios, e ficam impunes, o governo invade as suas terras para construir usinas hidrelétricas, estes não têm como se defenderem por serem do direito natural, apesar de legítimos donos das terras brasileiras, parece não ter direito positivo garantido. O Governo Federal “o executor”, e o órgão oficial “o coordenador”, que deveria cuidar dos problemas indígenas, se omitem de suas responsabilidade. Agora a pouco, o grande cacique Megaron, perde o seu cargo na FUNAI sem motivo, por discordar que a Hidrelétrica fosse construída em suas terras. Neste caso, os jornais do país pouco falam sobre o assunto, o tabu que envolve a mudança do Código Florestal e as demandas ambientais, ficam sempre a margem das críticas, levando a conferencia de Meio Ammbiente a ser excluida do calendário oficial das conferencias de maior importancia, não tendo há mais de quatro anos, oportunidade onde nós, o povo, teríamos o espaço aberto para participar das discussões e debates e tirar dúvidas,que há muito estão acumuladas, com esta inercia proposital, cada vez mais aumentam os problemas. Os direitos humanos dos povos indígenas, os quais deveriam ser garantidos pelo Governo Federal, na constituição brasileira, está sendo esquecido e não reconhecido, neste caso a ONU, orgão internacional, deveria advertir, já que foi encaminhada cartas assinadas por várias etinias para serem ouvidos em relação a hidreletrica e reconhecer seus direitos juntamente com observar os impactos culturais e ambientais de que serão vitimas. A demanda nas demarcações de suas terras, ficam a mercê da vontade política. O preconceito social contra os indígenas causa indignação,já que estes, principal povo formador, matriz da raça brasileira, sofre discriminações e descaso, neste caso, até sendo abatido em sua própria casa diante de seus familiares, filhos e netos. Molestados, sem que nada façam para ajudar, muitos adoecem e são abandonados a própria sorte, sem um programa eficaz e nem assistencialista. Que país é este que compartilha de tanta humilhação com o seu próprio povo nativo, formador do povo brasileiro, Onde estão os direitos indígenas? Também foi abolido. A morte do cacique Nisio Gomes é um fato que mostra a realidade brasileira atual, onde crimes deste tipo ainda acontecem, a utilização de varias caminhonetes e 40 pistoleiros e a utilização de balas de borracha não passaria despercebido e indicam pistas que levariam aos autores do assassinato. Devendo ser apurado pelo Mnistério Público Federal
Antonio Lourenço de Andrade Filho Ambientalista Senhora Presidente “Segurança para o povo indígena”.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Brasil está calado!


Grite Brasil!


A opinião pública do país está sendo esquecida?
 Enquanto o Governo Federal se exime de qualquer aproximação entre seus representantes e  povos do Xingu, que inclui etnias indígenas,  neste momento clama para serem ouvidas sobre o destino de suas terras, que envolve tribos e nações. Desde a contraditória mudança do Código Florestal, que representa um aval para a continuação da destruição do restante das florestas brasileiras, onde itens como  áreas de matas ciliares reduzidas pela metade, passando de 30m para 15m, como também,  áreas de topo de morro. Não serão mais protegidas como deveriam, aumentando o perigo de deslizes de encostas, que aumentará os desastres e perigos durante as enchentes, causando o assoreamento dos rios devido à falta de vegetação que deveriam existir em suas margens e encostas. Esta decisão na mudança das leis que protegem o meio ambiente, que mesmo com todos os seus parágrafos e um batalhão de órgãos criados para a proteção ambiental é incapaz de proteger suas florestas e recursos naturais. Pensa-se  que esta preposição, não foi  uma coisa aleatória e sim envolvendo  interesses, porque abre enormes precedentes para o aumento dos desmatamentos no país, favorecendo grandes empresas dos setores madeireiros e de grandes empresas agrícolas e outros  interessados em uma substancial mudança.
        O relator da mudança do projeto de leis, deputado Aldo Rebelo e comissão de parlamentares, que foram  responsáveis pelas leis modificadas, alega que seria para estender áreas para o agro negócio, que atua através da CNA ( Confederação Nacional da Agricultura). Por outro lado, na visão de alguns ambientalistas e pessoas do setor, não justifica, pois o Brasil tem excedente de território já desmatado e sem uso adequado, que está necessitando de projetos mais eficientes, tecnologias de ponta  e políticas adequadas para melhor aproveitar estas áreas já existentes.
        A conferência RIO + 20, que acontecerá em maio de 2012, será uma data triste para nós brasileiros, pois alem de não termos tido a oportunidade de participar de conferências de meio ambiente internamente, que há mais de quatro anos foram suspensas as  quais, seriam para o povo ter a oportunidade de abrir debates e discussões sobre os  assuntos pertinentes e pendentes, fica uma interrogação, a voz do povo não será ouvida, muitos se calaram em defesa a seus próprios interesses e causas próprias e muitos estão gritando, sem que lhe dêem ouvidos. Este grito ecoa pelo mundo afora... Mas os nossos governantes fazem ouvido de mercador e não deixa o povo falar, ignorando também as nações indígenas, que sofrem com seus direitos naturais infligidos. Como premio pela conquista negativa da mudança do código florestal, que significa um grande retrocesso ambiental, o deputado ganha como prêmio, pela sua atuação vitoriosa um cargo de Ministro dos Esportes. Contradizendo metas prometidas em conferências anteriores, onde promeças foram feitas em plenárias, as quais estavam representações mundiais. Agora, parece desabar em contraditórias ações a nível nacional, a construção da Hidrelétrica de Volta Grande do Xingu a mudança do Código Florestal, evidentemente ainda a quem chore a morte de seus parentes em vários estados da confederação,  amigos  que morreram  nas ultimas enchentes, onde o numero de vitimas cresce a cada ano, em cada novo  evento da natureza e a indústria do desespero, aparece para dar paliativas ajudas as vitimas restantes. Meu Deus! Olhe por nós, e abençoe os que estão clamando por justiça neste país, embora a mente dos que só planejam para si, estejam apascentadas  com as benesses do poder  e cada vez mais, buscam a mesquinhez sobre os mais fracos e  o uso indevido de suas péssimas atuações como governantes. Que um grito de liberdade seja ouvido em todo o planeta, se o custo da construção for o extermínio de um povo, isto não se chamará progresso, e sim genocídio. Este grito será ouvido em todo o planeta. SOS Xingu.

                                                      Antonio Lourenço Filho